Velhas canções que o tempo não apaga

Velhas canções que o tempo não apaga

26 de Maio de 2017 // 0 Comments

Escuto música desde meus 8, 9 ou 10 anos. Dessa forma costumo perseguir algumas canções que eu ouvia há muitos anos atrás, às vezes por meses, às vezes por anos e às vezes até por décadas. Assim foi com a canção I’ll you be there with you, do cantor e compositor português Paulo de Carvalho, que acho que é de 1974, ou de 1975. Eu ouvi essa canção pela primeira vez na rádio Continental, de Porto Alegre, eu tinha uns 16 anos. Nessa época eu ouvia muita rádio, em especial a [...]

Renê Augusto, meu tio, meu pai, meu amigo

8 de agosto de 2014 // 0 Comments

Dia 26 de fevereiro de 2010, aniversário de meu estimado tio René, escrevi essa crônica em sua homenagem. Essa crônica foi lida de forma emocionada, por minha filha Nina Rosa, no lançamento de meu livro Meus Caros Amigos, no dia 7 de junho deste ano, no Clube 25 de Julho. A leitura de Nina Rosa emocionou a todos naquela noite e agora eu a republico, uma vez que neste domingo, 10 de agosto, se completa um ano do falecimento de meu querido tio René. Dia desses, aqui mesmo, em outra [...]

Nas profundezas de nós mesmos

22 de Maio de 2014 // 0 Comments

Já havia algum tempo que Letícia vinha achando que a comunicação com César, seu filho não andava muito bem. César estava próximo dos 30 anos e Letícia achava que desde que ele terminara seu relacionamento com Maria Luiza, há pouco mais de um ano, ele havia mudado. Ficava mais em casa e conversava menos do que antes. Com Pedro, seu marido, ela achava que a relação estava ainda mais distante. Naquela manhã ela, ao folhear uma revista qualquer, dessas voltadas, exclusivamente, para o [...]

A MELHOR MANEIRA DE

16 de Maio de 2014 // 0 Comments

Crônica de uma morte anunciada   Aproprio-me do título do livro do grande Gabriel Garcia Márquez, recentemente falecido, para concluir a trilogia de crônicas, iniciada com Vou pra rua e vejo a tempestade, seguida por, Cadranno mille petali di rose e encerrada agora com Crônica de uma morte anunciada, nas quais registro minha saída da então Fundação de Cultura de União da Vitória, em agosto de 2013. Fui convidado pelo senhor Pedro Ivo Ilkiv para permanecer na presidência da [...]

Ousadia, coragem e a origem do meu gosto pela leitura

17 de Março de 2014 // 0 Comments

Escrevi essa crônica em julho de 2010, em homenagem a Maria Daluz Augusto, nossa querida tia Lulu e agora a republico em nova homenagem, desta vez a seu aniversário, 15 de março e ao Dia Internacional da Mulher, pois Lulu é um símbolo da mulher corajosa, independente e à frente de seu tempo, criando o Jornal Caiçara há 60 anos, em uma época em que a grande maioria das mulheres optava por ser apenas dona de casa. Lulu ousou, contrariou o interesse dos poderosos de plantão e desde [...]

Por que fui estudar no São José

6 de Março de 2014 // 0 Comments

Em maio de 1975, após completar 17 anos, e também depois de uma cirurgia no joelho para retirada do menisco, comuniquei minha mãe que não iria mais estudar, naquele ano. É claro que ela argumentou que eu não podia largar o colégio daquele jeito. Eu estudava no Túlio e como faltava muito e faltara ainda mais no período posterior à cirurgia, contra-argumentei que não adiantava mais ir porque já estava reprovado por faltas. E não fui mais. Ano de rebeldia, que confirmava que na época [...]

O primeiro baile e o nascimento de um sonho

27 de Fevereiro de 2014 // 0 Comments

Quando escrevi em dezembro do ano passado a segunda crônica em homenagem a Nivaldo Feliman Camargo, meu amigo desde os 10 anos de idade, e, portanto, há 45 anos, eu a enviei a alguns amigos e amigas em comum e recebi no dia seguinte ao envio um longo e sensibilizado e mail de Malu Longhi, nossa amiga de adolescência. Malu me dizia que ao voltar para casa após o sepultamento de Nivaldo, algo a incomodava mais que a tristeza sentida pela perda, sentida por ver a família de Nivaldo, tão [...]

Essas mulheres maravilhosas

21 de Fevereiro de 2014 // 0 Comments

Certos trabalhos exigem além de competência e dedicação, muita afinidade com aquilo que o trabalho requer, assim como quem dirige a empresa, organismo ou instituição. E assim foi na Fundação de Cultura de União da Vitória desde, praticamente, meus primeiros dias como diretor presidente daquela instituição. Assumi o cargo em março de 2003, a convite do então prefeito, Hussein Bakri, que me deu carta branca para introduzir as mudanças que eu entendesse necessárias. Optei por [...]

Lágrimas e indeleveis lembraças

28 de Janeiro de 2014 // 0 Comments

Pouquíssimas pessoas nesse mundo me conheciam como Nivaldo Camargo, e, pouquíssimas pessoas o conheciam tão bem como eu. Compartilhávamos nossos medos, angustias, expectativas, perplexidades, algumas certezas e muitas incertezas. Nossa amizade durou 45 anos, interrompida de forma estúpida por sua morte, dia 10 de dezembro de 2013. Estivemos juntos na Adega Jurerê no dia 28 de novembro, e planejamos uma viagem a Foz do Iguaçu entre o Natal e o Ano Novo, e, também que ele e Carmem iriam [...]

Adeus amigo

12 de dezembro de 2013 // 0 Comments

Quando se é criança ou temos muito medo de quase tudo, ou não temos medo de quase nada, ou há ainda os que têm lá seus medos, mas por orgulho não os externam. Em meu tempo de garoto, boa parte de meus amigos não era lá muito corajosa exceção feita a Tyrone José Braz Duarte, de quem já falei em uma de minhas crônicas. Na categoria intermediária, com alguns medos enrustidos, mas não demonstrados, estávamos eu e aquele que até o dia 10 de dezembro, dia em que nos deixou, muito [...]
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