A irmã que não tive

A irmã que não tive

28 de novembro de 2013 // 0 Comments

Conheço Margarete Cristina Schwab, hoje Augusto Sá, desde que ela tinha 14 anos e portanto, conheço sua família desde então. Para ser mais exato, já nos conhecíamos há mais tempo, pois sua família havia morado na Barão do Cerro Azul, quase em frente à minha casa e posteriormente, se mudaria para a Castro Alves e continuamos vizinhos, embora ainda não fossemos amigos. Nos tornaríamos amigos na metade dos anos 70, quando eu passei a frequentar o bairro São Bernardo, onde Margarete [...]

De pai para filho

11 de outubro de 2013 // 0 Comments

Conheci Ari Passos no início dos anos 70. Quando ele foi meu professor de matemática, no antigo ginásio do Colégio Estadual Túlio de França. Meu primeiro contato com ele se deu por meio de uma gizada na cabeça. Se não me engano o menino que se sentava à minha frente, falava sem parar e Ari tentou acertar-lhe com o giz, para que ele ficasse quieto. Ele viu que o projétil vinha em sua direção e se esquivou e o atingido fui eu. Ari era um sujeito bacana, que tentava impor sua [...]

Todo o sentimento

26 de setembro de 2013 // 0 Comments

Conheci o casal Edson Kasteller e Solange Moretti Kasteller, por meio de minha cunhada Rita Schwab, em meados de 2008. Rita e eles se conheceram na Escola Adventista onde os filhos de ambos estudaram. Logo em seguida estreitei laços de amizado com Nego e Sola, como os chamava na época, já que hoje, para mim, eles são Black e Sole. Eles se incorporaram a uma trupe que eu chamei de amigos da cultura, da qual faziam parte Margarete Sá, Rita Schwab, Fernandinha Grabowski, Paola Cazamajou [...]

Folhas secas

13 de setembro de 2013 // 0 Comments

Com o mesmo olhar de minha crônica em que homenageei minha caríssima Fernanda Grabowski, teço essas linhas para falar de dois especiais amigos que, embora já os conhecesse, não privávamos de intimidade, o que aconteceu há mais ou menos dois anos e de lá para cá, um casual encontro se tornou uma sólida amizade. Eu e Margarete, estávamos na Pizzaria Mamma Mia em uma clássica Noite de Boteco da casa e que era embalada pela ótima música da Banda Tulipa, quando lá pelas tantas o [...]

Levo comigo muita saudade

5 de setembro de 2013 // 0 Comments

Dizem por aí que à medida que ficamos mais velhos, vamos, cada vez menos, adquirindo novos amigos. Falo de amigos de verdade, aqueles que se regozijam conosco em nossas vitórias e que se solidarizam e nos confortam nos fracassos e perdas. Esses, após um determinado momento de nossas vidas, são cada vez mais raros. Ao ficarmos mais velhos e, consequentemente, mais maduros, embora nem sempre a idade seja sinônimo de maturidade e sim, às vezes, de conservadorismo, percebo que vamos ficando [...]

René Augusto, meu tio, meu pai, meu amigo

15 de agosto de 2013 // 0 Comments

Dia 26 de fevereiro de 2010, aniversário de meu estimado tio René, escrevi essa crônica em sua homenagem: Dia desses, aqui mesmo, em outra crônica, escrevi que uma das primeiras palavras que aprendi a escrever, antes mesmo de entrar na escola, foi Fluminense. Também disse que quem me ensinou a escrever, foi minha mãe, tias Lulu e Dina e meu tio René, de quem herdei a paixão pelo Fluminense. Aprendi a escrever em letra de forma, hábito que carrego até hoje, embora, atualmente, pouco [...]

Outros três amigos e minha única pescaria

5 de julho de 2013 // 0 Comments

Em meados dos anos 80, época em que eu ainda não era membro do emblemático Clube das Terças, fundado em 1979, por um grupo de amigos, que se reunia para jogar voleibol e depois jantar, começamos, eu e um grupo de amigos, jogar vôlei contra o Dasterças e foi então que estreitei minha amizade com Renato Portes e Márcio Monte, que pertenciam ao referido clube. Nessa época eu era casado com Tereza Ruski, que participava de um lanche vespertino e semanal, do qual também participavam minha [...]

Como os três mosqueteiros nós também éramos quatro.

13 de junho de 2013 // 0 Comments

No final dos anos 80, estreitei minha amizade com José Antônio Wengerkiewicz, o Tite, José Antônio Buch, o Zico e Luís Olavo Contin, o Zinho. Passamos a nos frequentar com assiduidade e também, com mais alguns amigos compúnhamos uma turma de jantar, da qual ainda guardo certas lembranças se não muito engraçadas, no mínimo insólitas. Uma dessas aconteceu na chácara de seu João Buch, pai de Zico, na amada Lança, como este dizia. Lá pelas tantas, já após o jantar e algumas doses [...]

Professores inesquecíveis

10 de maio de 2013 // 0 Comments

Dias atrás, fui buscar nos recônditos da memória, lembranças daqueles professores, que por este ou aquele motivo, se tornaram inesquecíveis e como tal, estão lá, impávidos em minha lembrança. O antigo curso primário, fiz no Externato Santa Terezinha. Eu era um garoto muito introvertido e como tal, extremamente, quieto, como já narrei aqui em outras crônicas, que também remetem á minha infância e pré-adolescência. De alguns professores lembro pela beleza, mulheres, [...]

Professores inesquecíveis II

10 de maio de 2013 // 0 Comments

Semana passada mencionei aqui os professores que me deram aulas no Externato Santa Terezinha, Túlio e São José, e que ficaram, indelevelmente, marcados em minha memória. Eu ainda garoto e depois pré adolescente e adolescente, vi e ouvi, primeiro sob o ingênuo e como tal, distorcido, olhar da infância, as notícias cada vez mais atrozes de torturas e total supressão das liberdades individuais, perpetradas por uma terrível e temível, ditadura militar. Depois já com o olhar da rebeldia, [...]
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