Professor de Agronomia da Uniguaçu tem artigo publicado na revista Acta Agronómica da Colômbia…

… O engenheiro agrônomo e professor do curso de Agronomia da Uniguaçu, Dr. Anderson Luiz Durante Danelli, teve um artigo publicado no periódico Acta Agronómica, editada pela Universidad Nacional de Colômbia. A revista é de acesso livre e está em circulação desde 1951, com publicações de periodicidade trimestral nas áreas de Agroecologia, Agroindústria e Ciência dos Alimentos, Ciências do Solo, Ciência Animal, Melhoramento Genético Vegetal e Recursos Fitogenéticos, Genômica, Genética e Biotecnologia e Sanidade Vegetal e Proteção das Culturas.
O artigo publicado é fruto do trabalho em pesquisa desenvolvido no campo experimental da Uniguaçu, onde o professor Anderson concluiu o mestrado e doutorado em Fitopatologia, juntamente com outros professores pesquisadores, da National Secretariat for Higher Education, Science, Technology and Innovation (SENESCYT), Ecuador, da Faculty of Agronomy Engineer, Technical University of Manabí (Campus Experimental La Teodomira, Manabí), Ecuador, Faculty of Agricultural Sciences, University of Guayaquil, Ecuador e Universidade de Passo Fundo.
Publicação intitulada “Droplet spectrum and fungicide efficiency in the control of Asian soybean rust (Phakopsora pachyrhizi Syd. & P. Syd.)”, teve como objetivo avaliar o efeito do controle químico da ferrugem asiática da soja com o uso de diferentes pontas e bicos de pulverização. A equipe avaliou o efeito de diferentes ingredientes ativos de fungicidas comerciais (epoxiconazol + piraclostrobina, ciproconazol + azoxistrobina e tebuconazol), pulverizados em trifólios de soja com pulverizador pressurizado com gás CO2 e bico rotativo. A intensidade da doença foi avaliada através do número de lesões e urédias.cm2. Os resultados alcançados pela pesquisa demonstraram que o controle da ferrugem asiática da soja é dependente das interações entre fungicidas, pontas e bicos utilizados nas pulverizações. “Em 2002, a ferrugem da soja chegou ao Brasil e é a principal doença dessa cultura, há muitas moléculas químicas disponíveis no mercado para o seu controle que, ano após ano, safra após safra, vem perdendo a eficiência devido a alterações na sensibilidade do fungo. O uso inadequado dos produtos químicos, seja na dose ou no momento da aplicação são os principais fatores que contribuem para esta ineficiência”, comenta o professor Anderson. A ferrugem na soja pode ocasionar danos de até 90%, devido a desfolha que causa na planta atacada. O controle da doença pode ser realizado através do uso de cultivares precoces no início da época de semeadura, cultivares com resistência parcial a doença, vazio sanitário, eliminação de plantas voluntárias e controle químico com a adição de produtos protetores nas pulverizações. A eficiência do controle químico está diretamente relacionada com a escolha das pontas de pulverização o que ficou comprovado com os resultados encontrados na pesquisa publicada no periódico.
“Encontrar informações sobre tecnologia de aplicação e cobertura do fungicida na planta é importante, pois os fungicidas, mesmo os caracterizados como sistêmicos, não se movimentam com relevância internamente à planta”, complementa Anderson. Segundo ele o que deve ser feito agora, é melhorar a deposição do fungicida sobre a planta para controlar a dispersão do fungo.

 

Hussein Bakri destaca trabalho da FUNDEPAR…

… Durante a sessão plenária desta terça-feira (20), o deputado estadual, Hussein Bakri, presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Paraná, utilizou a tribuna para destacar o trabalho da Fundepar (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional). No discurso, Bakri citou os avanços em obras, repasse de recursos e projetos que a Instituição aplicou na educação do Paraná. “Não tem como negar os avanços que a educação do Estado teve depois da recriação da Fundepar” afirmou o parlamentar, que parabenizou o instituto pelo funcionamento, que completou um ano no último dia 08. “Os programas criados pelos competentes técnicos que trabalham na Instituição, os projetos, enfim, todo o trabalho deve ser reconhecido”, finalizou o deputado. A Fundepar foi criada para cuidar dos recursos para as escolas estaduais e coordenar programas e projetos junto com a Secretaria de Estado da Educação e ocupou o lugar da antiga SUDE. Presidida por Sergio Brum, o Instituto já criou programas de sucesso como o Escola 1000, Escola Conectada, Reforma Rápida, Mãos e Amigas e outros que dinamizaram o setor educativo do Estado. Bakri também elogiou o trabalho do Diretor Administrativo-Financeiro, o professor Nereuvaldo da Silveira, que já tem experiência em gestão escolar e hoje comanda junto com o Brum essa importante Instituição. Na mesma oportunidade a Comissão de Educação debateu a gestão financeira nas escolas estaduais com os representantes da Fundepar, da APP-Sindicato, diretores e professores de escolas estaduais. Na pauta, o fundo rotativo que o Governo do Estado libera para os diretores de escolas realizarem pequenos reparos, compra de materiais e demais gastos das escolas. O diretor da Fundepar, Nereusvaldo da Silveira, esteve na reunião e ouviu as demandas dos representantes do setor da educação do Estado. Para o presidente da Comissão, o diálogo tem que ser a principal ferramenta no apoio à educação do Paraná: “Sempre temos atendido aos pedidos dos representantes da educação e vários deles conseguimos resolver com conversa. A Comissão é democrática e preza sempre pelo diálogo para tratar dos assuntos relevantes para a população” afirmou Hussein.

 

Leave a comment

Your email address will not be published.


*


Carregando...