Uniguaçu forma a primeira turma de Engenharia Civil…

Com formação generalista, 21 novos engenheiros civis entraram no mercado de trabalho

… Depois de cinco anos de desafios, chegou o dia da tão esperada colação de grau da primeira turma do curso de Engenharia Civil das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu – Uniguaçu. Com muita emoção e felicidade pelo momento histórico, 21 formandos, reunidos com familiares, amigos e colaboradores da Uniguaçu, festejaram o título de Engenheiro Civil que receberam da Diretora Geral da Uniguaçu, professora Marta Borges Maia, que no ato foi a presidente da mesa diretiva.
A colação de grau aconteceu no sábado, 3 de março, no Wooden Hall, em União da Vitória. Durante o evento, o formado com melhor desempenho no Simulado Dia e Noite de Avaliação (DNA), foi Nilson Renan Grossl, e o formado com melhor evolução no DNA foi Lucas Valdameri. Ambos foram premiados com uma bolsa parcial para realizarem um curso de pós-graduação, pelo Instituto Sul Paranaense de Altos Estudos da Uniguaçu (ISPAE). Já a nova Engenheira Civil, Tássia Tessari, foi contemplada com uma bolsa integral de pós-graduação pelo melhor desempenho acadêmico.
A formação em Engenheiro Civil permite ao profissional um vasto campo de atuação no mercado, como por exemplo, obras de infraestrutura, saneamento básico, construção civil, sistemas estruturais, geotecnia, hidrotecnia e gestão ambiental.
Nosso egresso do curso de Engenharia Civil será capaz de desenvolver as competências necessárias à prática profissional, conscientes das exigências éticas e sociais da profissão, comprometidos com o desenvolvimento local, regional e nacional sustentáveis, objetivando a construção de uma sociedade justa e democrática. Segundo a Diretora Geral da Uniguaçu, professora, Marta Borges Maia, além de fazer história dentro da Instituição, os novos profissionais têm a missão de ajudar na transformação social, modificar a comunidade em que vivem, solucionando problemas e apresentando possibilidades de melhorias contínuas. “Existe uma satisfação de colar grau da primeira turma de Engenharia Civil da Uniguaçu. Nos cinco anos que vocês estiveram conosco, vivenciamos um período muito especial na história da Instituição, celebramos vários projetos, convênios e parcerias e conquistamos resultados expressivos de crescimento e de consolidação da nossa Instituição, reconhecida em sua importância regional, estadual, ingressando assim em um novo processo de crescimento”, comenta.
A Engenharia é sinônimo de desenvolvimento e se mostra indispensável para a ampliação da infraestrutura, para a melhoria na qualidade de serviços prestados à sociedade e para a resolução de problemas de caráter econômico e social. “Lembrem-se que todas as conquistas começam com o simples ato de acreditar que elas são possíveis. Por isso, acreditem, lutem e tenham na Uniguaçu uma segunda casa, que estará sempre de portas abertas para receber vocês”, acrescenta a Diretora Geral da Uniguaçu.

 

8 de março-Dia Internacional da Mulher
Parabéns para todas as mulheres guerreiras incansáveis!!

A mulher ao centro da vida
“Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar.
Não sabia explicar.
Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos.
Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia.
Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida.
Estava olhando para si mesma e nem notou.
Ali, naquele instante estava recebendo um presente.
Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.
Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo.
Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não.
Não mais.
Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa.
Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez. Senhora do seu próprio tempo.
Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor.
E como amou! Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar.
A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente.
Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo.
Aquela mulher já perdeu pessoas demais.
Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais.
Sonha pelo simples exercício de sonhar.
Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida.
Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo.
Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação.
Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixá-las ao alcance da vista dos outros.
Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais.
Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar.
Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora. Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais. ” ( Diego Engenho Novo)

 

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