Curso de Arquitetura e Urbanismo da Uniguaçu promove Concurso de Ideias

O local de implantação do projeto é o estacionamento do Prédio Sede da Uniguaçu, onde os alunos tinham a limitação do espaço e de orçamento para garantir a viabilidade técnica e econômica do projeto

O curso de Arquitetura e Urbanismo da Uniguaçu realizou a terceira Charrete – Concurso de Ideias. A atividade teve início na noite de sexta-feira, 28 de setembro, e os acadêmicos tinham até sábado, 29, às 14h30, para entregar o projeto pronto. A charrete é um evento que tem o objetivo do trabalho coletivo e interação entre turmas. Discute-se um tema de projeto em nível acadêmico e as equipes trabalharam na busca de melhores soluções para este.

Charrete é um concurso, levando em consideração os processos de ensino-aprendizagem adquiridos nas aulas e a criatividade dos acadêmicos, valorizando a produção artística, cultural e intelectual. O tema desse ano foi Vaga Viva, que tem a intenção de provocar uma reflexão sobre o uso atual do espaço urbano. Esses espaços são cada vez mais dedicados aos automóveis, em forma de avenidas, viadutos, estacionamentos, e os acadêmicos deveriam desenvolver propostas para uma ocupação permanente de alguma vaga de estacionamento de carros, transformando-as em área de convivência, de lazer e área verde. O local de implantação do projeto será no estacionamento do Prédio Sede da Uniguaçu e os alunos tinham a limitação do espaço e de orçamento para garantir a viabilidade técnica e econômica do projeto.

O evento

A charrete iniciou às 19h15, da sexta-feira, 28 de setembro, com término às 15h, do sábado, 29, com as apresentações para banca, composta pelo professor Bruno Vizioli, do curso de Agronomia, Luiz Singeski, Karime Massignan Vieira, Bruna Botão e Paula Vaccari Toppel de Arquitetura e Urbanismo. Os trabalhos foram orientados pelos professores Luiz Singeski, Gilda Maria Botão Ayres Pereira, Karime Massignan Vieira, Francieli Dembeski, Bruna Maidel, Silvia Vacelkoski e Paula Vaccari Toppel.

No total foram sete equipes inscritas, 42 quilos de alimentos arrecadados e 37 acadêmicos participando da atividade. Os estudantes pernoitaram na Uniguaçu, trocando ideias e se dedicando a concepção do projeto. Antes da produção os participantes foram levados até o local que teriam que projetar o trabalho.

Para o acadêmico do oitavo período, Leandro Ribeiro de Castro, o concurso Vaga Viva foi mais que um concurso de 24 horas, foi uma evolução pessoal. “Através do concurso, trabalhando em equipe, com a adrenalina de competitividade pude superar meus sofrimentos internos, consegui controlar o meu medo de competitividade. Pude aprender a trabalhar em equipe, aceitar opiniões dos colegas e juntos desenvolvemos um projeto integrado, com ideias e opiniões do grupo. Gratidão a coordenação de Arquitetura e Urbanismo da Uniguaçu por ter me proporcionado estas evoluções e aprendizados pessoais, os quais irão me auxiliar na minha caminhada profissional.”

 Premiação

A equipe campeã foi composta pelos acadêmicos Elias Alves Elias, Amanda de Cássia Hollas, Matheus Ricardo de Jesus do sexto período noturno e Gabriel Grube e Jaqueline Wengezyn do quarto período noturno. Eles elaboraram um projeto desconstrutivista, garantindo a fluidez do espaço em uma composição permeável elevando a qualidade estética do projeto.

Três equipes receberam menções honrosas pelas propostas desenvolvidas. A equipe organizadora se impressionou com a qualidade dos projetos apresentados, tanto pelo pouco tempo de realização como pela criatividade e viabilidade de execução das propostas.

Para a Diretora Geral da Uniguaçu, professora, Marta Borges Maia, a terceira edição do evento surpreendeu a todos, pois, o nível de envolvimento dos acadêmicos e do curso se tornou ainda maior. “O Concurso Charrete com o tema Vaga Viva trouxe surpresas agradáveis, pois os projetos foram de um nível bem alto. Percebemos como Instituição, que este é mais um momento de muito aprendizado, um momento em que os acadêmicos colocam a mão na massa e efetuam um projeto que será concretizado”, disse.

Segundo a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo, professora Paula Vaccari Toppel, a escolha das equipes premiadas foi muito difícil. “A banca elogiou o nível artístico e técnico dos projetos, a expectativa da comissão organizadora era grande, mas foi uma grata surpresa a qualidade dos projetos apresentados, tanto pelo pouco tempo de realização como pela criatividade e viabilidade de execução das propostas”, afirmou.

 

 

 

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